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!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD XHTML 1.0 Strict//EN" "http://www.w3.org/TR/xhtml1/DTD/xhtml1-strict.dtd"> Nova Mensagem: Maio 2007

Nova Mensagem

Fábio V. Barreto

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terça-feira, maio 29, 2007

Respondendo à um ateu enfezado

Essa foi ontem, lá na comunidade Design Inteligente:
Alles, ( o nome do sujeito)
Deus não existe!Isso é uma fato que deve ser aceito até pelos criacionistas
Você está simplesmente pedindo que os criacionistas deixem de ser criacionistas. Isso é bem pouco honesto para começar um debate.
Pois eles próprios vivem dizendo que a ciência não tem provas da evolução.
Não percebestes que tua frase contradiz a anterior?
E quem é a prova do DI? Deus? Cadê ele? Quem porva sua existência?
Já lestes Santo Tomás de Aquino, Santo Anselmo de Cantebury, entre outros que apresentaram provas à existência de Deus? Mas observei que vc logo mudou de modo. O que houve? Desespero? ou apenas o estratagema erístico do bombardeio de perguntas em desordem?
É muito comodismo acreditar no DI pelo simples fato de essa ser uma resposta forçada formulada por aqueles que sabem que jamais saberão as verdades do universo.... Mas que deve ter muito pastor ganhando rios de dinheiro com isso. Vixi!111 De ve ter muito meeeesmo!
É, vejo que fugir do assunto é sua especialidade. Portanto, vaze!
De fato, ele se mandou, mas antes de ler minha resposta.
***********
Quanto à mim, não tenho opinião bem formada sobre o Design Inteligente. Conheço muito precariamente a teoria, mas ela soa interessante. É algo digno de estudo.
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Para Ler e Pensar 109

Por qué se estudia a Edmund Burke

Russell Kirk comenta a importância do grande pensador e político conservador inglês.


Crença no Zeitgeist & decadência artística

Pedro Sette Câmara comenta a decadência da crítica literária baseada nas limitações do tempo.


The Foreign Policy of Ron Paul

Lew Rockwell comenta o livro do senador Ron Paul.
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Quem foi Che Guevara



Qualquer pessoa já deve ter topado com o famoso retrato de Che Guevara, da autoria de Alberto Korda: a face firme, o olhar a fitar a imensidão, o ar de rebeldia juvenil. Por mais repugnante que seja a muitos, esta imagem muito contribuiu para simbolizar um mito, o mito Che Guevara. Mas, até que ponto o mito corresponde à realidade? Seria esse o verdadeiro Che Guevara?

Sinto desapontá-los, esquerdistas de todas as latitudes, mas uma análise mais acurada da História mostra que o guerrilheiro argentino-cubano foi alguém muito distinto do que prega o imaginário vermelho. Distinto para pior.

Ernesto Guevara de la Sena nasceu em Rosário, na Argentina, numa família de consideráveis posses, em 1928. Ainda académico de medicina, empreendeu uma viagem pela América Latina, na qual viria a tornar-se extremamente anti-americano (por ocasião da derrubada do governo esquerdista de Jacobo Arbenz na Guatemala) e socialista. Alia-se, então, ao movimento revolucionário cubano, e em 1956 desembarca com eles em Cuba. Logo seu caráter rígido, frio e intolerante se apresenta, ao perseguir rebeldes não comprometidos com seus ideais socialistas e ao matar a tiros um colega de guerrilha por ter este roubado um pedaço de pão, fato de uma infâmia colossal, mas que é negado por seus seguidores socialistas.

Há quem louve em Che Guevara o génio militar, vendo suas ações como as de um mestre de guerra. Bem, em 1958, ele comandou um ataque a um trem militar em Santa Clara, ataque este bem sucedido. Ocorre que foi uma vitória por W.O.: os soldados de Fulgêncio Batista simplesmente abandonaram o trem sem lutar. Anos mais tarde, ele comanda uma insurreição comunista no Congo. A ofensiva fracassa e ele deixa o país, depois de ter provocado a morte de milhares de congoleses em nome de sua utopia política. No final dos anos 60 ele está na Bolívia, organizando uma revolta camponesa. Mas os supostos beneficiários do levante, segundo o marxismo e, por tabela, Che Guevara, não só não aderem ao grupo subversivo como, desconfiados, o denunciam às autoridades bolivianas. Guevara comete aí os erros mais crassos que um combatente poderia cometer, ao deixar espalhados vestígios de seu grupo, fotos de lugares visitados, etc. Não deu outra: foi capturado e executado. Definitivamente, do ponto de vista militar, o Che deixa muito à desejar.

Existe também o Che ministro da Economia e presidente do Banco Central de Cuba. Sim, ele, que desconhecia as noções básicas de ciência económica, exerceu esses cargos. Durante sua gestão, achou de recompensar os que produziam mais do que o estipulado pelo Estado com uma carta na qual constavam elogios ao trabalho desempenhado e punia os menos produtivos com cortes salariais. Como resultado da colectivização económica e do desestímulo à produção e à iniciativa privada, Cuba, Um país pobre, tornou-se então miserável. Pouco tempo Guevara permaneceu nesses cargos, mas neles esteve o suficiente para prejudicar grandemente o país.

No mais, só sobra mesmo a figura mística de um homem frio, cínico, fanático (“não posso ser amigo de quem não compartilha dos meus ideais”; “fazer de cada revolucionário uma fria e calculista máquina de matar) que a esquerda inflou à alturas estratosféricas. Somente a propaganda mais engajada e a exploração maciça da mesma podem transformar um fracassado como Che Guevara num herói de milhões. Aliás, não só a propaganda: a burrice e a desinformação também.
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segunda-feira, maio 28, 2007

Para Ler e Pensar 108

Ainda há tempo

Olavo de Carvalho comenta as reações do Papa e da Polônia à revolução mundial.

El camino hacia la cultura

César Vidal fala de seu novo livro, baseado em suas experiências acadêmicas.

Un desplante al general Iniesta Cano

Pío Moa relata o vitimismo dos comunistas espanhóis numa ação no final dos anos 60.
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sexta-feira, maio 25, 2007

Das Vater unser

Unser Vater im Himmel
Dein Name Werde geheiligt.
Dein Reich Komme.
Dein Wille geschehe wie im Himmel so auf Erden.
Unser tägliches Brot gib uns heute.
Und Vergib uns unsere Schuld, wie auch wir vergeben
unsern schuldigern.
Und führe uns nicht in Versuchung, sondern erlöse uns von den Bösen.
Denn dein ist das Reich und die Kraft und die Herrlichkeit
in Ewigkeit.
Amen
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sexta-feira, maio 18, 2007

Livros em Minha Mesa

Esses são os livros que estão na minha mesa de cabeceira, a aguardar que eu os leia. Lhes dedicarei bastante atenção, assim que eu sair deste turbulento período de provas:

*Proslogion - Santo Anselmo de Cantebury (já comecei a leitura)
*História de Portugal - José Hermano Saraiva (já comecei a leitura há mais de 1 mês)
*Antologia - Eugénio de Castro (já comecei a leitura)
*Nós - Evgeny Zamiatine
*Metafísica - Aristóteles
*Estudos sobre a Filosofia em Portugal no Século XVI - Amândio Coxito
 
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